MEDITAR FAZ BEM

O Decreto de César Agusto

March 28, 2020 Carlos Elias
MEDITAR FAZ BEM
O Decreto de César Agusto
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MEDITAR FAZ BEM
O Decreto de César Agusto
Mar 28, 2020
Carlos Elias

O DECRETO DE CÉSAR AUGUSTO.

“E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse” (Lucas 2.1).

O momento é de pandemia mundial e uma palavra que ganha força e notoriedade é: “decreto”. Quase todo dia é publicado um novo decreto ou é feito um novo pronunciamento. Nossos líderes, em função de suas responsabilidades, precisam deste instrumento para governar.

O decreto de César Augusto (Lc. 2.1), foi uma grande benção para o povo de Deus. Foi esse decreto que cooperou para que José e Maria fossem para Belém, e os fez vivenciar na prática, uma das muitas bençãos, contidas nas profecias bíblicas sobre o nascimento de Jesus.

A Bíblia nos ensina que devemos nos sujeitar as autoridades (Rm 13.1). A autoridade deve servir a Deus para o bem das pessoas (Rm 13.4). A Bíblia nos ensina que devemos orar pelas autoridades (1 Tm. 2. 1-2).

Por que devemos orar pelas autoridades? Por que não é fácil governar. Outro motivo: é muito fácil sucumbir e se perder no exercício do poder.

Num dia de fúria, o Rei Herodes ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades (Mt. 2.16). Dificilmente tal ordem seria acolhida ou mesmo observada por Maria e José, que durante a noite, partiram levando o menino para o Egito (Mt. 2.14).

As vezes demoramos muito a compreender que “nem tudo é da jurisdição de Herodes” (Lc. 23.7). Jesus ensinava que era preciso guardar-se do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes (Mc. 8.15).

No Antigo Testamento, o Faraó, rei do Egito, falou às parteiras hebreias (Êx. 1.15) que quando ajudassem as mulheres hebreias a dar à luz, matassem os meninos” (Êx. 1.16).

As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egito ordenou (Êx. 1.17), portanto Deus fez bem às parteiras (Êx. 1.20).

A vida é uma arte! A arte de observar e analisar os decretos é antiga.

A lei tem o poder de absolver e condenar, tudo isso ao mesmo tempo. Mas é através de nossa consciência que nos relacionamos com a Lei. Nossa consciência é quem julga, se ficamos parados no sinal vermelho, durante uma troca de tiros, ou se temos necessidade prosseguir, quando a segurança e as condições estão favoráveis. Uma boa consciência é fruto de uma mente saudável. Paulo diz que cada discípulo de Cristo tem “a mente de Cristo” (1 Cor. 2.16).

Ouvi contar a história de um velho sábio. Nada que lhe perguntavam ficava sem solução. Nesse mesmo lugar havia um rapaz que não se conformava com isso. Ele não aceitava esse fato, e arquitetou uma forma de pregar uma peça no sábio. Esse plano deixaria o sábio dos sábios sem uma saída. Disse o rapaz: "Colocarei em minhas mãos, levemente fechadas, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei para o vôo. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei com os dedos e o matarei”. O sábio não teria saída.

Assim fez. O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu: "Meu bom homem, sua vida está nas mãos de Deus, e neste exato momento, a vida deste pássaro está em suas mãos, a decisão caberá a sua consciência”.

A consciência é sua, e você precisará sempre fazer um bom uso dela.

Deus te capacite!

Carlos E S Santos.

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O DECRETO DE CÉSAR AUGUSTO.

“E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse” (Lucas 2.1).

O momento é de pandemia mundial e uma palavra que ganha força e notoriedade é: “decreto”. Quase todo dia é publicado um novo decreto ou é feito um novo pronunciamento. Nossos líderes, em função de suas responsabilidades, precisam deste instrumento para governar.

O decreto de César Augusto (Lc. 2.1), foi uma grande benção para o povo de Deus. Foi esse decreto que cooperou para que José e Maria fossem para Belém, e os fez vivenciar na prática, uma das muitas bençãos, contidas nas profecias bíblicas sobre o nascimento de Jesus.

A Bíblia nos ensina que devemos nos sujeitar as autoridades (Rm 13.1). A autoridade deve servir a Deus para o bem das pessoas (Rm 13.4). A Bíblia nos ensina que devemos orar pelas autoridades (1 Tm. 2. 1-2).

Por que devemos orar pelas autoridades? Por que não é fácil governar. Outro motivo: é muito fácil sucumbir e se perder no exercício do poder.

Num dia de fúria, o Rei Herodes ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades (Mt. 2.16). Dificilmente tal ordem seria acolhida ou mesmo observada por Maria e José, que durante a noite, partiram levando o menino para o Egito (Mt. 2.14).

As vezes demoramos muito a compreender que “nem tudo é da jurisdição de Herodes” (Lc. 23.7). Jesus ensinava que era preciso guardar-se do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes (Mc. 8.15).

No Antigo Testamento, o Faraó, rei do Egito, falou às parteiras hebreias (Êx. 1.15) que quando ajudassem as mulheres hebreias a dar à luz, matassem os meninos” (Êx. 1.16).

As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egito ordenou (Êx. 1.17), portanto Deus fez bem às parteiras (Êx. 1.20).

A vida é uma arte! A arte de observar e analisar os decretos é antiga.

A lei tem o poder de absolver e condenar, tudo isso ao mesmo tempo. Mas é através de nossa consciência que nos relacionamos com a Lei. Nossa consciência é quem julga, se ficamos parados no sinal vermelho, durante uma troca de tiros, ou se temos necessidade prosseguir, quando a segurança e as condições estão favoráveis. Uma boa consciência é fruto de uma mente saudável. Paulo diz que cada discípulo de Cristo tem “a mente de Cristo” (1 Cor. 2.16).

Ouvi contar a história de um velho sábio. Nada que lhe perguntavam ficava sem solução. Nesse mesmo lugar havia um rapaz que não se conformava com isso. Ele não aceitava esse fato, e arquitetou uma forma de pregar uma peça no sábio. Esse plano deixaria o sábio dos sábios sem uma saída. Disse o rapaz: "Colocarei em minhas mãos, levemente fechadas, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei para o vôo. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei com os dedos e o matarei”. O sábio não teria saída.

Assim fez. O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu: "Meu bom homem, sua vida está nas mãos de Deus, e neste exato momento, a vida deste pássaro está em suas mãos, a decisão caberá a sua consciência”.

A consciência é sua, e você precisará sempre fazer um bom uso dela.

Deus te capacite!

Carlos E S Santos.